sábado, fevereiro 21, 2009

Aqui segue uma bela...

...questão: A velha incursão pelo conceito de sublime não é algo que se possa resumir a uma qualquer leviandade vocabular, no entanto, na tentativa de uma assimilação gráfica, em todo o seu paradoxo subjectivo e limitação mimética, surgiram-me as questões: pretende-se evoluir num sentido de fuga para um infinito, presente através de um minimalismo crepuscular, como que a sugerir a dimensão do céu, inalcansável para nós, doloroso na sua total compreensão?
Ou tender para um barroco naturalista, onde se entranha a casualidade da escrita, a aleatoriedade do erro, a linha livre e embaraçada, a Natureza no seu apogeu, na sua imprevisibilidade?

É apenas uma questão de sensibilidade?
Estou a fazer algum sentido?

5 comentários:

Bandida disse...

todo o sublime sentido.



um grande abraço!!

sara rocio disse...

BOM DIA!

É do meu monitor, da minha cabeça ou o logótipo está com um certo arrastamento?
Talvez seja o movimento no seu estado puro...

sara rocio disse...

Pois é... é do meu monitor...
O movimento arrasta-o para um fim anunciado.

contato@angelomazzuchelli.com disse...

Pois é... Sim e Não!... ou melhor: "talvez" (ou "muito provavelmente") sim e não... é claro!!!

Big Ode disse...

Podemos continuar por aí afora: pois... com certeza... com os devidos obséquios... certamente... em qualquer dos casos...